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Momentos

"Você traz a tona o que há de melhor nas pessoas."
Somando-se a essa declaração, feita por um grande amigo cujo prazer da amizade venho cultivando há 12 anos, também ganhei um docinho de leite embrulhado em palha, da mesma amiga que me deu a rosa o outro dia... *_* Estou guardando essa poçãozinha de carinho para um momento propício, quando for necessário ingerir essa energia boa! =D Por enquanto, contento-me com o amor verbal, que já é bom demais da conta! X-)

Pessoas vem, pessoas vão. Adoro que elas venham, entristeço-me com a idéia de perdê-las, vejo-as partirem com melancolia. Aprecio a liberdade de cultivar memórias. Embriago-me com o repertório que me acrescentam. Sinto-me grata por ter tido a oportunidade de conhecê-las. Sinto alegria quando retornam meu afeto. Respeito quando permitem que eu também viva minha própria liberdade. Sou grata por permitirem que, meses, anos ou, até mesmo, décadas depois, eu retorne as suas vidas.

Espero viver para sempre nesse emaranhado de vias que se cruzam, numa rede aberta à novas conexões...! Eu não sou apenas o que faço hoje ou o que desejo para amanhã. Sou também uma colcha de retalhos, um manto de memórias costuradas com fios dos cinco sentidos. Adoro estar novamente apaixonada pela vida! Acho que é essa energia que atrai essas coisas boas! Espero manter essa sensação por muito tempo... =)

Trilha do post? Adivinha! Foo Fighters, claro! X-)) Generator, do álbum There Is Nothing Left to Lose



Escrito por Elza Keiko às 03h45
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O TODO É MAIOR DO QUE AS PARTES

Algumas músicas nos tocam de forma inexplicável. Não é exatamente a letra, nem mesmo somente a melodia, ou mesmo a complexidade da composição, o virtuosismo dos músicos... Esta é a prova de que, no que diz respeito à sensibilidade, o todo é muito maior do que as partes.

Tudo bem, admito que sou uma fonte inesgotável de lágrimas, seja de júbilo, seja de ansiedade ou mesmo de saudades, tanto de quem conheci e não soube manter ao meu lado, quanto daquilo que gostaria de ter vivido mas não fui capaz de me permitir. O fato é que esta música faz algo comigo que não sei explicar. De coração apertado, rendo-me e entrego-me ao prazer de ouvi-la repetidas e repetidas vezes.

Desculpem-me por isso, mas eu preciso compartilhar esse sentimento transbordante com mais alguém. Mesmo que esse alguém seja um leitor anônimo que nunca deixa registro de sua passagem silenciosa. Mesmo que tenha caído neste blog sem querer, dê ao menos uma chance para esta música. Talvez esta seja a contribuição que eu tenha a fazer em seu dia. Talvez você também seja tocado por ela. Mas não estranhe se lágrimas também brotarem de seus olhos. A música realmente é bela. É um sinal de que, por um segundo, estivemos em sincronia - e isso é mágico! ^_^

 

Even In The Quietest Moments (Supertramp)

Even in the quietest moments
I wish I knew
What I had to do
And even though the sun is shining
Well I feel the rain
Here it comes again, dear

And even when you showed me
My heart was out of tune
For there's a shadow of doubt
That's not letting me find you too soon

The music that you gave me
The language of my soul
Oh Lord, I want to be with you
Won't you let me come in from the cold?

Don't you let the sun fade away
Don't you let the sun fade away
Don't you let the sun be leaving
Won't you come to me soon

And even though the stars are listening
And the ocean's deep
I just go to sleep
And then I create the silent movie
You become the star
Is that what you are, dear?

Your whisper tells a secret
Your laughter brings me joy
And a wonder of feeling
I'm Nature's own little boy
But still the tears keep falling
They're raining from the sky
Well there's a lot of me got to go under
Before I get high

Don't you let the sun disappear
Don't you let the sun disappear
Don't you let the sun be leaving
No, you can't be leaving my life
Say that you won't be leaving my life
Say that you won't be leaving my life
Say won't you please, stay won't you please
Say won't you please, stay won't you please
Lord, won't you come and get into my life
Lord, won't you come and get into my life
Say won't you please, stay won't you please
Say won't you please, stay won't you please
Oh Lord, don't go

And even when the song is over
Where have I been
Was it just a dream?
And though your door is always open
Where do I begin
May I please come in, dear?



Escrito por Elza Keiko às 21h11
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TERRA CELTA!!!

Ok!! Vamos dar um tempo nos novos prazeres e relembrar um antigo! FOLK MUSIC!

Ontem fui no show do TERRA CELTA (http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=203814179)!! Uma catarse animal, amei!!!! Exatamente o que eu estava esperando e precisando!!! =D
Trata-se de uma banda de Londrina que eu já conhecia de uma vez que fui para a cidade, a convite do evento Intermangá, há 2 anos! Enfim, a banda continua cada vez melhor, excelente, animadíssima e alucinadíssima!!! O espaço foi pequeno para tamanha animação, como era de se imaginar, uma vez que a Funhouse consegue ser uma caixa de ovo quando a banda é boa! =D
Fui sozinha pra balada só pra ver a banda... Ok, eu já conhecia e curto a Funhouse (www.funhouse.com.br), mesmo assim, estava meio assim, assim... Afinal, mina sozinha na balada... vcs tão ligados...
Cara, dancei com a galera alucinada, gente boa, sussa!!! Ninguém faltou com o respeito, todos dançando euforicamente, várias rodinhas de "quadrilha", rs... A banda manda bem instrumentalmente e na performance também, com direito a bandolin, sanfona, rabeca, pícolo, gaita de fole... E muitas piadas! Os músicos desceram na platéia 3 vezes e em todas o público delirou! Demais! =D

Vou colocar alguns vídeos antigos da banda para vocês terem uma idéia da energia desses caras e de como o público entra em delírio!

 

CAAAARAAA!!! Depois desse show, a expectativa para o show do Tuatha de Danann (www.tuathadedanann.com.br)  ficou ainda mais empolgante!!! Seguem alguns clipes do Tuatha só para vocês sentirem o que me espera em Varginha no dia 14/06!!! Que venha o ROÇA'N'ROLL (www.rocainroll.com)!!! lmL

 

P.S.: Meu, agora é definitivo. Eu curto a Funhouse (www.funhouse.com.br) tanto quanto o Milo (www.milogarage.com). Só experiências boas até agora, em ambas as casas! Discotecagem boa, galera decente freqüentando, bebida sempre gelada... Aliás, ontem eu experimentei um coquetel novo na Funhouse! Me deram de cortesia! Morango, abacaxi e Amarula!!! Como não achar o máximo? =))

P.S.2: Estou descobrindo o prazer de ir pra balada sozinha! Dica fundamental: na falta de companhia, vai prum lugar que você já conhece. Ao menos assim vc não se sente um peixe fora d'água =D
Já ficar em casa deprê, de robe branco e bebendo sozinha? Não, deixa isso pro bruxo do 71 lá do meu ex-prédio! Ninguém mais no mundo merece isso! X-))))



Escrito por Elza Keiko às 13h36
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TOCAR E SER TOCADO

Era para ser um P.S., mas começou a ficar grande... e, no fim, cheguei a conclusão de que não se tratava exatamente do mesmo assunto.

Há pouco mais de duas semanas, uma colega de trabalho que havia saído da empresa voltou recentemente a trabalhar conosco. Ela é o exemplo de pessoa por quem alimentei muito carinho, mas foi embora porque uma oportunidade se abriu a sua frente. Sua partida havia me deixado tristonha pela saudade e pela certeza de que não nos veríamos mais. Por outro lado, fiquei feliz por saber que ela estava seguindo seu caminho. Eis que ela retornou a empresa, me trazendo grande alegria! E a vida continou seu curso.

Poucos dias após seu retorno, do nada, ela me presenteou com um botão de rosa. Uma surpresa tão agradável, um gesto tão singelo... Numa garrafinha d'água simples, o botão se transformou em flor e a rosa está até hoje na minha mesa de trabalho! Sobreviveu duas semanas e persiste! Um colega disse que era por estar em minha mesa, alimentando-se de minha energia positiva... Que galante, né? Na verdade, acredito sinceramente que é porque ganhei a rosa dela, embebida com seu carinho e inebriada com minha gratidão.

Tocar e ser tocado. ;-)



Escrito por Elza Keiko às 11h25
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CATALISAR E SER CATALISADO

É impressionante. Há apenas seis meses me apaixonei por Foo Fighters. Minha vida mudou completamente ao som dessa trilha sonora e é impressionante como Dave Grohl compõe músicas para todos os momentos da vida. Ao menos da minha. Ao menos atualmente. =)

Trilha sonora para o post: In Your Honor

Esta semana aconteceu algo fenomenal comigo. Aquele tipo de coisa que você torce para que aconteça várias vezes ao longo da sua vida e pela qual você batalha diariamente, mas só muito raramente a coisa vinga.

Eu catalisei a vida de alguém.

Parece algo metido a besta para se dizer, né? Mas não é pretensão, não. Aconteceu e eu fiquei quase eufórica com isso! É tão raro dar certo! =D Foram poucas as oportunidades que realmente tive de fazer algo assim... Especialmente considerando que não havia nenhum outro interesse além de simplesmente fazer o bem e contribuir com o crescimento alheio.

O fato é que indiquei um funcionário meu para um trampo que eu acreditava ser para freelancer e, de repente, a coisa mudou de perfil no meio do caminho e ele foi contratado! Ok, o meu setor se ferrou animalmente com isso, huahuahua! Mas... De boa, e daí?

De verdade, eu odeio perder oportunidades em minha vida. Talvez seja a sede de viver que nunca é saciada (esse vicio é uma merda, rs), talvez seja só ansiedade, mesmo, mas o fato é que eu sou impulsiva, fazer o quê? Quando tô na vibe, pulo de cabeça, consciente de que posso me ferrar, mas também plenamente ciente de que, se não o fizer, deixarei de ser eu mesma. Pois isso, para mim, é o meu modo de me sentir viva.

Que moral eu tenho para impedir outra pessoa de aproveitar uma oportunidade? O cara vai para um trabalho que tem mais a ver com ele, os contratantes não vão conseguir achar tão facilmente alguém que seja tão qualificado como ele... E nossa redação será obrigada a se renovar! Tá vendo? Só coisa boa! \o/

O lance é que sou fascinada pela idéia da catalisação, pela idéia de um agente externo movimentar as coisas de tal forma que ela não mais possa mais permanecer estática; da ordem estabelecida ser obrigada a se adequar a um novo esquema. Claro que a mudança pode não ser para melhor, ao menos aparentemente, mas a idéia é que, com o tempo, as coisas se estabilizem novamente... Até que aconteça outro evento que chacoalhe tudo. É a tal metáfora do relógio de areia... Quando se têm a impressão de que o fim de um ciclo está chegando e a coisa vai ficar parada, estática, vem alguém ou algo e remexe tudo.

Ser o agente catalisador é quase tão bom quanto ser alvo da chacoalhada. Na verdade, não só pela sensação de estar viva, como também pela certeza de que alguma marca foi deixada em quem foi catalisado.

A verdade é que o tempo é um agente duplo, rs. Da mesma forma como ele ajuda a cicatrizar feridas, ele também ajuda a entorpecer. E, cara... Entorpecer-se pode ser bom em certa medida e para algumas pessoas, mas não se deixar tocar e não tocar nada nem ninguém é muito triste. Não ser mais capaz de sentir também o é.

Agradeço, sinceramente, por ainda ser capaz de me abalar e abalar a vida alheia. Mesmo após tantas experiências duvidosas, expectativas frustradas, esperanças abandonadas e tal. Espero nunca perder a capacidade de renovar a fé na vida. De verdade. =D

Não significa que quero que todas as pessoas que conheci nesta vida permaneçam conectadas a mim para sempre. Não tenho o direito de congelá-las no tempo, tampouco de impedir que sejam chacoalhadas por outras pessoas, de forma mais prazerosa, dolorosa ou o que o valha. Não se trata de prendê-las em minha vida, nada disso.

Trata-se, por exemplo, de fazê-las repensar valores com uma simples frase, que seja... E, assim, poder vê-las seguir adiante com um pedacinho de minha energia... Até que desapareçam no horizonte. Ou de reencontrá-las anos depois e ter uma história para relembrar. Saber que fiz alguma diferença. E deixar claro que elas também fizeram alguma diferença para mim.

Uma troca de gentilezas cordial entre pessoas que, por acaso, estiveram no mesmo momento, no mesmo local e tiveram a oportunidade de ter suas vidas tocadas reciprocamente. Eis o que acredito ser a tal da sincronicidade. Estar no momento certo, na hora certa e fazer desse momento algo bom. De preferência, para todas as partes envolvidas. =)

 

P.S.: vou dormir, mas ainda vou colocar um desenho a respeito. =)) A melhor parte de catalisar e ser catalisada é poder produzir um registro da chacoalhada. =D



Escrito por Elza Keiko às 07h25
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CAMALEÃO - é feio, mas é legal =))

 

 

"O Camaleão é um réptil conhecido por mudar a sua cor para se adaptar a um ambiente ou a uma situação. Esta estratégia o ajuda a se proteger de potenciais predadores e passar despercebido por eles. Além disso, possui a capacidade de movimentar os dois olhos independentemente e também de enrolar a cauda para se agarrar. Por isso, sobe com facilidade em árvores e corre rápido no chão. É um bom mergulhador e também nada bem, podendo ficar submerso por longo tempo. Caso se sinta acuado, foge ou defende-se com dentadas e chicoteando com a cauda. De hábitos diurnos, costuma ao amanhecer colocar-se ao sol para caçar todo o tipo de insetos, como gafanhotos e outros artrópodes."

(retirado do site: http://www.petfriends.com.br)

 

Cara, chapei com essa descrição. Achei a criatura com a qual mais me identifico no mundo animal.

Bem que podia ser um pouco mais bonitinha, rs.



Escrito por Elza Keiko às 22h09
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E viva a DIVERSIDADE!!

Bem, acho que já comentei por aqui o quanto gosto de folk music, música popular, música regional (chame como quiser)... Admito que, por isso, tinha certo preconceito com música estritamente eletrônica. Gosto de músicas dançantes (muito, é verdade, uma vez que ADORO dançar), mas com melodia, por favor. (Se tiver sugestões, manda bala na recomendação, porque estou com o espírito científico mode on e aceitando sugestões – meus amigos que sofrem com isso, rs.)

Eis que, conversando com um velho amigo, que curte pacas som eletrônico e industrial, sobre o Rammstein – banda cuja existência eu conhecia, mas nunca tinha dado a menor peteca e que, no entanto, me foi mostrada despretensiosamente, e com outros olhos, pelo mesmo amigo do Indie Rock já citado anteriormente.

Vocês já devem saber, mas não custa comentar. Trata-se de uma banda alemã dos anos 90 de metal industrial - ou alguma coisa parecida com isso – ou seja, porradaria, distorção e muita coisa sintetizada, cujas letras são, em sua maioria, em alemão. Creia-me, fica parecendo uma festa bebum de ogros ensandecidos. Da hora! :D Taí alguns clipes pra ilustrar a festa ogra:

 

Essa dá vontade de sair batendo cabeça... ou de elaborar passinhos pra dançar com a galera, rs!

 

Este é inusitado demais! Cantado em espanhol, altamente dançante... E, por favor, não me interpretem mal, não é um recado para ninguém, rs! É só uma música divertida, ok? X-)))

 

Enfim, falando sobre meu recente interesse por Rammstein, esse meu amigo das antigas me vem com essa. “Se você curtiu esses caras, então vai curtir a fonte de onde eles beberam. A banda existe desde 1982, é eslava e se chama LAIBACH. Se você gostou de Rammstein pela turrice, vai amar Laibach!”

Ok, não digo que amei.. Mas não é que a banda é engraçada pra burro? (Estou considerando que eles não se levam a sério, claro...) Parece que eles bolaram um conceito pra banda em uma realidade paralela, em que impera um sistema marcial bizarro... Olhando os clipes sem conhecimento de causa, você não sabe dizer se são nazi ou faci ou, ainda, sovietes. Bizarro, mas, descartando as ideologias fantasiosas, engraçadíssimo. Repare no ritmo de marcha.  

 

Não deu pra colocar o filminho aqui, mas esse clipe
(
http://www.youtube.com/watch?v=AHLOCiat0Lc&feature=related)
parece um filme retrô/futurista dos anos 50... Algo meio na linha do livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou do filme Brazil, de Terry Gilliam.

O CD mais recente se chama VOLK e tem uma música para cada país que consideraram interessante homenagear... ou “homenagear". Chamo a atenção para o dedicado à Inglaterra... Soco no estômago!

 

Chamo atenção também para este cover de Across the Universe, dos Beatles... Bizarro? Não, acredite-me, surpreendentemente bonito!



Escrito por Elza Keiko às 02h28
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O QUE NÃO ME MATA, ME FORTALECE! =)

(Auto Retrato - 02/06/2008)

 

 

 

Trilha do post:

Dois amigos me falaram coisas semelhantes no mesmo dia e isso me deixou cabreira.

Tudo bem que era um domingo frio e chuvoso, ao som de Coldplay e com vááárias taças de vinho pra ajudar a descer a ladeira, maaas... É fato, eu fiquei cabreira. O lance é que ambos, de alguma forma, disseram para eu me reprimir menos. Caras, vou ser franca. É difícil superar a natureza cartesiana. Difícil mesmo.

Se, por um lado, a raiz greco-romana da racionalidade pega pesado, martelando a idéia de ser prática, materialista, funcional; ainda tenho a raiz oriental pegando forte, acenando com a idéia de que é importante apreciar o que é efêmero, abraçar a beleza do momento presente. O diálogo interno é intenso e bastante acalorado, creiam-me. Além disso, o humanismo chega atropelando, me fazendo acreditar que eu, como indivíduo, posso ter algo a acrescentar ao mundo, que posso tentar revolucionar tudo se assim o quiser. No extremo oposto, mas ainda dentro de minha cabeça, o coletivismo grita, me repreende e me censura por não ser capaz de renunciar aos ímpetos egocêntricos, e de me sacrificar em nome daqueles que eu amo.

Ok, eu também odeio os “ismos” e não os defendo. Mas entenda que esta não é uma glorificação, mas, sim, uma constatação das forças que atuam sobre esta mente fraca. O fato de não gostar daquilo que me reprime não me isenta da necessidade de confrontá-los. Diariamente.

Imagino que, estando em língua portuguesa, e com conteúdo enfadonho, certamente este blog não tem uma visita muito assídua, rs. Considerando ainda que, proporcionalmente ao número de pessoas que aqui visitam, aqueles de ascendência japa devem ser realmente minoria... É de se supor que haja um considerável desconhecimento de causa a respeito da cultura nipônica... Ou seja, é fácil concluir que quem vê de longe acha tudo lindo. Sim, tem sua beleza, claro, assim como toda cultura, de qualquer etnia ou país.

Mas... Tá achando que o oriente é só flores? Não, filho! Está redondamente enganado! Para um japa, você nunca é bom o suficiente. NUNCA.

Exemplinho simples, bastante caseiro, inclusive. Sente só o drama. Quando minha tia concluiu o doutorado de Química Molecular na Sourbone, minha avó disse “Ah, é fácil assim? Qualquer um consegue? Achei que era bem mais complicado...” Como eu disse... Você nunca será bom suficiente. NUNCA.

Crescendo em um mundo dual como este, ouvindo coisas como “Desculpa, eu queria, mas não posso brincar com você porque você é mestiça...” (de uma criança do bairro da “aldeia” japa em que morei na infância) ou ainda, “Ojii-sama (o patriarca da família) foi embaixador na Coréia, no México e na Argentina. Ele fundou a primeira livraria japonesa em São Paulo, porque entendeu que os japoneses que estavam no Brasil precisavam de mais cultura.” Ou ainda, olha essa que legal! “O seu sobrenome tem 500 anos de registro, numa linhagem direta de primogênito para primogênito. Seu antepassado do século XIV foi primeiro ministro, braço direito do Imperador. Seu tataratataravô foi o senhor feudal da vila onde sua mãe nasceu.” Dahora, né? Agora, me diga... O que será que essas pessoas – entenda, aqueles que são seu porto seguro e lhe são mais caras – esperam de você? Como não se esforçar para não decepcioná-las? COMO NÃO DECEPCIONÁ-LAS?

Sim, tenho muitos medos, sou assombrada por eles todos os dias de minha existência e sempre soube disso. Ao ponto de estar acostumada com esse fantasma, de achar normal ser açoitada e conduzida por ele, como um velho animal de carga acostumado com sua sina. Na verdade, mais que isso, até sinto falta do açoite que me conduz para frente, que me mostra o caminho a ser seguido.

Não creio que tenha escondido isso de ninguém em momento algum. Aliás, pelo contrário, quem acompanha meu trabalho sabe muito bem que minha postura sempre foi justamente de dar a cara a tapa, de deixar o canal aberto para o que der e vier. “Escreva, reclame, elogie, dê idéias, acrescente, me ajude a melhorar o trabalho. Comunique-se.” Pode ser doloroso, mas é produtivo. Tudo para facilitar a identificação dos erros, tudo para que, futuramente, eu tenha a chance de corrigi-los. Tudo para que eu tenha a chance de provar que estou tentando não decepcionar. Já que não sou capaz de identificar todos os erros que cometo, que eles sejam apontados por alguém que tenha mais visão do que eu. Não só porque quem está envolvido com a coisa geralmente enxerga horizontes bem relativos e limitados, mas, principalmente, por que é grande a possibilidade de eu não ser, realmente, capaz de identificá-los, por limitação pessoal, mesmo. É importante reconhecer os próprios limites.

O fato é que não acredito que seja um problema sentir medo. Não mesmo. Ele me alerta sobre perigos, me lembra sobre erros cometidos anteriormente, me avisa sobre possíveis soluções. Ter medo não é o problema. Não para mim, que já sou aquele animal de carga acostumado a este peso. Já que não possuo sabedoria suficiente para aprender sem a tutela do medo, que assim seja. Melhor do que me privar do conhecimento.

O problema seria se eu não tivesse coragem de enfrentá-los. E isso, filho, pode ter certeza de que tenho. Sempre tive. Sempre me ferrei muito por isso também, é vero, mas ao menos disso ninguém pode me acusar. Covardia nunca foi um traço de minha personalidade. Teimosia, sim, visão limitada, é provável, dificuldade de dedução, possivelmente, impetuosidade, certamente. Mas covardia, ah!... Isso posso dizer, com orgulho e segurança, nunca. =)

Enfim... O conflito interno existe e está exposto. Agora, mais do que nunca. E, apesar dos pesares, estou feliz com isso. O fato de escancarar as coisas, de deixar claro as limitações tem tudo a ver. Esconder seria fingir para todos, inclusive para mim mesmo, que o problema não está lá. Ao escancarar o problema sou obrigada a enfrentar, refletir e superar. Dó um pouco, claro... Dói alguns dias, mas... Bem, vai lá ler o título do post. ;-)



Escrito por Elza Keiko às 02h14
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INDIE, EEEU?!

Não, apenas uma criatura mutante que gosta de música... E que sempre mergulha nos assuntos, por mais variados que sejam.

Sim, sim... Talvez isso seja um defeito de caráter, e muitas vezes chega a ser um problema. Mas o fato é que eu não curto ficar na superfície. Tá. Como meu poder de apnéia não é grande, sempre faço mergulhos rápidos e logo volto para as praias às quais estou acostumada (não sem levar ao menos boas lembranças). Maaas... Mesmo ligeiros, são sempre mergulhos muito profundos, livre de preconceitos, sem pensar em conseqüências, convenções e moralismos... E sobrevivência. Quer dizer, o Superego até fica martelando todas essas coisas, mas... O mais punk é que essa briga é de Davi contra Golias. E, apesar do nome, meu Superego é o Davizinho, esperto, porém miúdo. E meu Golias/Id não é tão tapado quanto o original... Já viu... A luta é sempre incerta.

Como pode-se imaginar tranqüilamente, quando se trata de outros assuntos, outros prazeres, a chance de me ferrar são imensas... E, inevitavelmente rola, não importa o quanto eu tome cuidado. Quem assistiu a "O Expresso Polar", de Robert Zemeckis, há de se lembrar de uma cena que ilustra bem a sensação. Um trem desgovernado, de trocentas toneladas, descendo a ladeira e torcendo para que o lago congelado esteja realmente congelado... X-/

Dizem que a sabedoria vem com a idade. Mentira. A idade não traz sabedoria, mas cicatrizes, calos, rugas... E repertório – ao menos isso para compensar. Você pode até tentar ser sábio, fundamentando-se no que aprendeu em sua vivência, mas isso não significa que saberá fazer bom uso desse conhecimento. De que adianta ser uma biblioteca ambulante se não souber interpretar? E, o mais divertido... Trazer esse repertório para seu universo, digerir, recriar e produzir? Claro que não se trata de fazer obras de arte que marcarão seu nome na posteridade, tampouco de mudar o mundo com suas idéias. Menos, filho. Trata-se apenas de se sentir parte de algo maior. Fazer algo que te ajude a digerir e a traduzir o que se passa em seu íntimo. (Cllaro que vou desenhar ouvindo esses sons! Mas não tenha dúvidas! X-)

Mas... tudo isso para dizer que, graças a um amigo recente, estou descobrindo o Indie Rock. E tô curtindo bastante. Tá, tudo bem que eu classifico como Indie um monte de coisa que não é, hehehe mas algumas bandas em especial me chamaram bastante a atenção.

 

Polyphonic Spree

Esta eu conheci há um tempo no seriado Scrubs. Dá vontade de entrar agora numa sociedade alternativa, rs
E tem um joguinho lindinho promocional de um CD deles neste link:
http://www.questfortherest.com/

 

Primal Scream

Também velhinha, mas nunca tinha dado muita atenção... Bobinha, eu, né?
Agora, nessa idade, pirando com coisas que poderia estar curtido há dez anos. Quanta perda de tempo... <=)
Aqui tem o clipe da música (que não dava para colar aqui direto, desculpa)
http://www.youtube.com/watch?v=8AJB8mfm9Zg&eurl=

Mas vou colocar o link ao vivo, só pra ficar bonitinho com vídeo tbm, tadim. Adoro esse som.

 

Muse

Melhor clipe de todos. Se não quiser assistir aos demais, ao menos divirta-se com a historinha deste! =D

 

The Mars Volta

Piradésima. E, como não poderia deixar de ser, se é miscelânea, eu curto!

 

The Arcade Fire

Este em especial tem o site mais bonito dentre todas as bandas. Vale a pena visitar nem que seja para se encantar pelo visu.
www.arcadefire.com

 

P.S.: Ah, sim, ainda vou postar os desenhos dessa fase, rs.

P.S.2: Ontem uma amiga me zoou muito com essa fase indie. rs Tá, eu sou altamente influenciável, qual o problema? X-))

P.S.3: Desculpa o post cabeçudo. Tem gente que fica deprê no aniversário. Eu fico papo-cabeça. =P

P.S.4 (acrescentado realmente depois, rs): Um amigo comentou que o Wood Allen disse algo bem parecido recentemente a respeito da maturidade x sabedoria. Viu como eu não estou errada? E olha que elle tem bem mais moral do que eu pra falar! X-D



Escrito por Elza Keiko às 13h30
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É por essas e outras que eu amo rock... X-))

Não resisti! Vocês merecem rir disso também tanto quanto eu! X-D
ATENTEM PARA AS FOTOS!!! E viva o Rock e suas vertentes! lmL

Você sabe que está ouvindo Rock Progressivo demais quando...
http://whiplash.net/materias/humor/028651.html

As regras do Power Metal - Parte I
http://whiplash.net/materias/humor/026647.html

As regras do Power Metal - Parte II
http://whiplash.net/materias/humor/027801.html

Como formar uma banda de Hard Rock em 69 lições
http://whiplash.net/materias/humor/040426.html

No alto do castelo há uma linda princesa...
http://whiplash.net/materias/humor/000593.html

Escrito por Elza Keiko às 01h27
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As Bicicletas de Rosário

Acabei de assistir a um programa do History Chanel que me comoveu.
Trata-se do História Secreta Rosário, mais especificamente o trecho final, que fala das Bicicletas de Rosário, como relata a nota a seguir, retirada deste link: http://www.manualdoturista.com.br/extra.asp?cod=283

"A partir de 24 de março de 2001, os rosarinos começam a notar que estranhas pinturas de bicicletas, sempre negras e em tamanho real, começavam a aparecer nas paredes da cidade, sem que ninguém conhecesse seu autor ou seu significado. No total foram pintadas, sempre à noite, 350 delas. Só recentemente foi revelado o nome do responsável pela “travessura”: o artista plástico Fernando Traverso, que as criou para lembrar os 350 cidadãos rosarinos desaparecidos durante a ditadura militar. A inspiração veio da lembrança do dia em que um amigo seu, opositor do regime, deixou a bicicleta acorrentada a uma árvore ao ser capturado pelos militares e nunca mais foi visto."

As imagens são de Nicolás Pousthomis, retiradas da página: http://www.anred.org/article.php3?id_article=1603, onde pode ser lida uma matéria de Hernán Scandizzo, bem mais completa que a nota, incluindo entrevista com o artista Fernando Traverso, porém em espanhol.

T_T Que animal. Simplesmente genial.



Escrito por Elza Keiko às 21h08
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Puck e seus conselhos

Eu gosto desse elfinho. ^^
Acho que ele é o único são do mangá Berserk...
Ou, pelo menos, o único que ainda não foi abalado pela insanidade do mundo criado por Kentaro Miura.
Só depois eu vi que não tinha terminado as mãos... Mas... vai assim, mesmo. Sorry.
 
 
Ah, para quem não sabe, este é um fanart de Puck, do mangá Berserk, de Kentaro Miura.
É um dos mangás com os quais trabalho. Pois é, apesar de tudo, ainda gosto de mangá. <=)
Ah, o Puck de verdade é esse que aparece na capa do mangá volume 30:
 


Escrito por Elza Keiko às 18h23
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Estou numa fase meio afro.

Não, não significa que eu tenha feito virado rastafári ou tenha tomado mais bronze do que o Ministério da Saúde adverte.

Significa que eu descobri os contos mitológicos afro-brasileiros e o Afro Celt Sound System.

E tudo começou com Os Filhos de Anansi, do Neil Gaiman...

 

Minto. Começou com uma surtada master de stress supremo, quando senti que havia perdido mais 30 mil neurônios varando mais uma madrugada trampando e odiando trampar de madrugada... Mesmo que fosse em um título que, atualmente, está entre os meus favoritos dentre todos os que li nos últimos 5 anos.

(Como ninguém tem obrigação de saber minhas preferências e como gosto de citar minhas referências, refiro-me a Bleach, de Tite Kubo.)

Daí, eis que naquela mesma semana da madrugada em claro, em que eu estava com um mau-humor supremo e encrencando com tudo o que minhas colegas de trabalho (que normalmente já me deixam enlouquecida, mas que naquela semana estavam perigosamente próximas de meu instinto assassino) faziam, falavam ou pensavam (pobres criaturas... não merecem minha companhia... ninguém merece!)... Eis que naquela mesma semana eu leio um freetalk de uma autora que admiro muito, de outro mangá que gosto bastante (Kare Kano, de Masami Tsuda) falando que pegou uma conjuntivite e que teve que ficar duas semanas sem ler nenhum livro... 

Aquilo ficou martelando na minha cabeça... Incrível como a gente consegue ser burro quando não deve, né? Pois eis que aquelas palavras ficaram martelando, martelando... até me cair a ficha de que eu também estava infeliz. MUITO INFELIZ. Mas, como não podia parar, porque se eu parasse ia pensar e se pensasse ia chorar... Porque a meta do ano ainda não havia sido cumprida, porque eu prometi a mim mesma que ia morrer tentando cumpri-la, se fosse necessário...

Realmente, é incrível como a gente consegue ser burro quando não deve.

Caiu a ficha mais óbvia do universo para todo mundo, mas que para mim precisou juntar dores nas costas crônicas, e mais meia dúzia de sintomas de stress, inclusive impaciência e intolerância com quem eu mesma convidei pessoalmente para ficar por perto (mesmo já ciente de que eram pessoas cuja convivência representaria desafios para mim...); para eu entender que precisava cuidar de mim mesma, justamente para conseguir cumprir a meta que havia definido.

Claro que não joguei tudo pro alto e não fui pra praia. Bem que gostaria, mas não rolou. Não deu sequer para ir ao médico. Mas que seja. Tratei de cuidar do que, para mim, parecia ser o mais emergencial: meu cérebro fundido (leia-se fodido, se quiser).

 

Peguei um daqueles livros que comprei há meses e que estava pegando poeira na estante (assim como 99% dos livros que comprei nos últimos 3 anos e que não deu para ler por causa do trabalho...) e, por acaso, era Os Filhos de Anansi.

 

É um livro divertido, despretensioso e bem construído, com várias coincidências que você quase diz que foi malandrice do Neil Gaiman, mas, ainda assim, uma diversão que eu estava realmente precisando. E há um personagem em especial, a propósito, o próprio Anansi do título, que é muito interessante. Tinha um quê nele que misturava o Saci-Pererê com o Tio Barnabé, acreditem se quiser... Eu não sabia dizer o que havia de familiar nele, uma vez que não tive muito acesso consciente ao universo afro descendente, então resolvi olhar este universo um pouco mais de perto...

 

Fui na feira da USP (aquela com os mega-descontos) e comprei váááárias coisas, inclusive dois livros de contos afro descendentes.

Caroço de Dendê - A sabedoria dos terreiros. Como ialorixás e babalorixás passam conhecimentos a seus filhos, de Mãe Beata de Yemonjá

 

E

Lendas de Exu, de Adilson Martins.

 

Caras... são muito legais!!! Aquele Saci-Pererê fantasiado de Tio Barnabé (o Anansi) parece ser, na verdade, o próprio Exu (a entidade africana, não o demo. São coisas diferentes, para quem não sabe.), pregador de peças, malandro, esperto, bem-humorado, justo em sua interpretação bem particular de justiça...

 

E, para embalar essa leitura, tem sido muuuito interessante ouvir Afro Celt Sound System.

Eis um site de fãs para maiores informações (http://www.afrocelts.org/).

 

Os caras são excelentes músicos, convidam outros músicos excelentes para interpreta-las, inclusive Sidnea O’Connor, Peter Gabriel e Robert Plant, misturam principalmente a percussão africana, o meu adorado folk irlandês e suas rabecas, flautas e gaitas de fole, e a harmonia hipnotizante dos sintetizadores... Caraca, uma mistureba fantástica!!! Muito raiz, mas também extremamente moderna e global... essa é a trilha sonora da aldeia global, se é que um dia isso vai existir de verdade.

 

Ok, chega de falatório. Vamos para os links do youtube, que é o lugar mais fácil e menos contraventor para se divulgar as coisas.

 

Esta é cantada em dois idiomas que eu não sei realmente quais são... Eu chuto irlandês e... sei lá, um dialeto da África. Mas o que importa, mesmo, é que a música é linda (o bom é que na legenda em inglês fala um pouco da banda e de seus integrantes.

http://www.youtube.com/watch?v=XrJW33JkVlM&feature=related

 

Essa é bem romântica, e tem imagens que parecem ser da África.

http://www.youtube.com/watch?v=1dmh1cZQuXk

 

Essa é aquela com a Sidnea O’Connor, do segundo álbum

http://www.youtube.com/watch?v=IeNU600stLA

 

Essa é com o Peter Gabriel, do terceiro álbum e a minha preferida dentre as quatro.

http://www.youtube.com/watch?v=em7bk_McVHU



Escrito por Elza Keiko às 01h30
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Essa é "clássica"...

...E bem manjada, eu sei, mas nem por isso menos bonita. ^^

É a ópera Carmen, de Bizet (1838-1875)
(Como esses caras do Romantismo morriam cedo, meu Deus!)

http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/linklista.php?nomeplaylist=001881-8<@>Carmem_-_1º_Ato&opcao=umcd

http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/linklista.php?nomeplaylist=001882-0<@>Carmen_-_2º_Ato&opcao=umcd

http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/linklista.php?nomeplaylist=001883-1<@>Carmem_-_3º_Ato&opcao=umcd



Escrito por Elza Keiko às 02h14
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CARA NOVA!

Oh, oh! Finalmente tomei vergonha na cara e mudei a cara do blog!
Quer dizer, não mudei muito, como podem ver, mas só de colocar uma cor que combina mais comigo, o humor já muda! XD

Bem, só para dar uma animada nesse post sem assunto, vou deixar uma imagem veeelha demais da conta, que foi feita em 2004... eu nem era editora, ainda, eu acho... nem me lembro mais!... X-D

É da Momo Adachi esperando as cartinhas dos leitores para a seção Peach Papo. Ela é a protagonista de Peach Girl, um mangá que eu adooooro e com o qual finalmente pude voltar a trabalhar! Tcharaaam \o/

Ah, sim, um link para trilha sonora de hoje... To France, de Mike Oldfield, em sua versão original, de 84:
http://www.youtube.com/watch?v=zszDeWrJKQM&mode=related&search=
Essa música ficou lindíssima na versão do Blind Guardian (honestamente, adimito que gosto mais da versão do BG...), mas a voz afinadíssima da intérprete original (Maggie Reilly) é muito bonita também.

E por falar em coisas dos anos 80... "não deixe de perder a oportunidade" de assistir esse link ultra-maxi-power brega do mesmo Mike Oldfield: http://www.youtube.com/watch?v=cEjp09W8DJQ&mode=related&search=Mike%20oldfield%20the%20shadows%20wonderful%20land%20qe2
É o poder brega dos anos 80 em todo o seu esplendor! X-D

(Não que o primeiro link não seja um tanto brega também... mas pelo menos a música é bonita!)

Para quem não conhece, Mike Oldfield é o compositor e multiinstrumentista inglês que criou aquela trilha alucinógena do filme O Exorcista. 
O álbum Tubular Bells foi lançado em 1973 quando ele tinha apenas 19 anos, causando grande impacto na cena do rock progressivo, sendo um dos precursores do new age e da world music. Ficou curioso?
http://www.youtube.com/watch?v=4Q-YH0QLhcM&mode=related&search=



Escrito por Elza Keiko às 00h34
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